sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Aula 04: Hinduísmo (áudio) - Curso de Religiões Comparadas

O curso

Nesta quarta aula do curso de Religiões Comparadas, temos a continuação da apresentação das características fundamentais sobre o hinduísmo.

primeira aula apresentou uma introdução ao conceito e às características fundamentais das religiões.
Na segunda aula, o foco foi uma introdução geral às diversas religiões do ramo ariano/indiano.
E, na terceira aula, tivemos a introdução específica à cosmovisão e antropovisão do hinduísmo. 

AULA 04: O hinduísmo (segunda aula)

Parte 1 de 2





Parte 2 de 2






Observação: Os arquivos fazem parte do módulo I "As grandes religiões" do curso de Religiões Comparadas, ministrado pelo professor Luiz Gonzada de Carvalho NetoMais informações sobre o curso aqui.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

De novo, as bobagens sobre a suposta cura gay


Qualquer pessoa que tenha dois neurônios na cabeça sabe:
-  que há quem se torne gay simplesmente porque sempre gostou do mesmo sexo e nunca gostou do sexo oposto;
- que há quem se torne gay porque, apesar de gostar do sexo oposto, um dia descobriu que também gostava do mesmo sexo.

E qualquer pessoa com meio neurônio sabe perfeitamente bem que, ao contrário, há quem vire gay POR TRAUMA psicológico. Alguém que foi vítima de abuso sexual na infância, por exemplo, pode adotar um comportamento homossexual patológico, anormal, por causa do TRAUMA.

Outro exemplo. Um bissexual (assim como um heterossexual) pode ter um comportamento compulsivo, que lhe impede de se relacionar monogamicamente com alguém que ame.

O heterossexual compulsivo tem o DIREITO de procurar ajuda psicológica para "curar" seu distúrbio. Mas a um bissexual compulsivo esse mesmo direito, segundo os chiques, deve ser negado, sob pena de PRISÃO.

Isso não tem NADA a ver com a defesa das pessoas. Isso tem a ver com estupidificação da população.


***

As pessoas podem ter distúrbios sexuais heterossexuais e procurar ajuda de psicólogos. É um direito inalienável. O romance "A cura de Schopenhauer", por exemplo, tem um personagem assim.

Mas, de acordo com os chiques, é impossível, IMPOSSÍVEL haver algum distúrbio sexual homossexual. Aqueles que sofrerem de algum distúrbio desse tipo devem ser condenados a JAMAIS poderem buscar ajuda.

E aqueles que considerarem que homossexuais podem buscar ajuda devem ser tratados como criminosos perigosíssimos, verdadeiros monstros. (Ah, mas pedofilia e pornografia infantil no Satan-der tá tudo bem). Tudo isso apenas para que os chiques possam inflar seus egos, se considerando superiores ao restante da humanidade, monopolistas de toda a virtude.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Aula 03: O hinduísmo (áudio) - Curso de Religiões Comparadas

O curso

Esta terceira aula apresenta uma introdução à cosmovisão e à antropovisão que embasa a religiosidade hindu.
Na primeira aula, vimos uma introdução ao conceito e às características fundamentais das religiões. Na segunda aula, vimos uma introdução geral às diversas religiões do ramo ariano/indiano.

Observação: Os arquivos de áudio abaixo fazem parte do módulo I "As grandes religiões" do curso de Religiões Comparadas, ministrado pelo professor Luiz Gonzada de Carvalho NetoMais informações sobre o curso aqui.


AULA 03: O ramo indiano: o hinduísmo

Parte 1 de 2






Parte 2 de 2







sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Linguagem revolucionária: pequena bibliografia

Vou começar a montar uma pequena bibliografia sobre o efeito do uso da linguagem para impor mudanças drásticas sobre a sociedade.

1) “1984”. George Orwell




2) “LTI - A Linguagem do Terceiro Reich”. Victor Klemperer.




3) “Admirável Mundo Novo”. Aldous Huxley.



4) “Interpreting the Russian Revolution: The Language and Symbols of 1917”. Orlando Figes e Boris Kolonitsk.




5) The Yawning Heights. Alexander Zinoviev.



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Mudança linguística (1)

[Postagem de 23 de agosto de 2012]

Ontem
“Faço parte da elite cultural, da camada mais esclarecida da população, por isso voto na esquerda. Não sou como o povão burro e ignorante que vota na direita em troca de cesta básica”.

Hoje
“A elite prepotente é direitista e odeia a esquerda por que não suporta que o governo alimente o povão”.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aula 02: As religiões arianas/indianas (áudio)

O curso

Esta segunda aula apresenta uma introdução ao hinduísmo e às demais religiões do ramo indiano.

Observação: Os arquivos de áudio abaixo fazem parte do módulo I "As grandes religiões" do curso de Religiões Comparadas, ministrado pelo professor Luiz Gonzada de Carvalho Neto. Mais informações sobre o curso aqui.



AULA 02: As religiões do ramo ariano/indiano

Parte 1 de 3






domingo, 6 de agosto de 2017

A maldição do Homem de Ferro

[Este texto foi publicado originalmente em 05 de junho de 2010, tratando dos dois primeiros filmes do Homem de Ferro. Sete anos e vários filmes depois (incluindo Guerra Civil), ele ainda se aplica à trajetória do personagem]



O objetivo da guerra é a paz” (Aristóteles)

Como eu ainda não assisti o segundo Homem de Ferro, vou comentar o primeiro.

O protagonista do filme, todos vocês sabem,  é o Tony Stark, um empresário e um gênio da engenharia, cuja empresa fabrica armas para o Departamento de Defesa americano, etc, etc.

Embora não seja um idealista (muito pelo contrário, é um perfeito egocêntrico), Stark demonstra acreditar na importância de seu trabalho. Ou seja, na importância e necessidade de desenvolver para o seu país armas que o coloquem militarmente à frente dos seus inimigos, de modo a promover, se não a paz, ao menos a segurança. (Se isso é uma crença real ou apenas uma racionalização, é outra questão). Diz o personagem:

Dizem que a melhor arma é aquela que não precisa ser disparada. Eu discordo. Eu acredito que a melhor arma é aquela que só precisa ser disparada uma vez”.

Mas aí, todos sabem o que acontece. Stark sofre uma emboscada, é ferido quase mortalmente e vira prisioneiro de um grupo terrorista que quer obrigá-lo a fazer armas para ele. Prisioneiro, ele acaba vendo o “outro lado”. Não é que ele se confronte com exemplos de abusos cometidos pelas forças americanas (pois o personagem não vai virar um anti-americanista), mas ele percebe como as suas armas acabam caindo em mãos dos inimigos e servindo como instrumento de propagação do terror sobre populações inocentes. Cheio de remorso, Stark, então, resolve construir uma armadura e lutar contra etc, etc. Vocês sabem a história.

Mas vejam bem: essa armadura não é nada mais nada menos do que uma outra arma. Ela é simplesmente um passo a mais na corrida armamentista da qual ele já fazia parte e da qual se arrepende. Ela se baseia no mesmo princípio de que os bonzinhos têm que ter armas mais poderosas do que os vilões, se quiserem impedi-los.

Mais do que isso. O cúmulo da ironia é que (assim como ocorreu com as armas anteriores) o seu novo brinquedo, a sua nova arma, a sua armadura também cai no poder dos inimigos (!!!) e é usada para promover o terror! E Stark agora tem que, em nome da paz, tentar derrotar os que se apoderaram de sua mais recente arma.

 Monge de Ferro: a arma da paz cai nas mãos dos inimigos, mais uma vez.



A julgar pelo trailer do segundo filme e pelas informações de colegas que conhecem a história do personagem bem mais do que eu, essa situação simplesmente vai se repetir à exaustão na mitologia do personagem. Se o Superman está condenado a enfrentar Lex Luthor com um pedaço de kriptonita de novo e de novo, o Invencible Iron Man está condenado a enfrentar continuamente inimigos que se apoderam de suas armas, sejam elas metralhadoras ou armaduras de super-heróis.

O personagem, entretanto, continua com o discurso de busca da redenção através do combate aos males provocados por suas empresas e simplesmente não percebe (e o público do cinema também não) a contradição de que, sob um discurso pacifista, a corrida armamentista simplesmente continua. [nota: Não! Eu não estou criticando a corrida armamentista. Ela é simplesmente um fato estrutural da vida humana]

Nada disso, entretanto, prejudica o desempenho do filme (que é bom, com uma excelente atuação Robert Downey Jr., perfeito no papel), desde que o filme seja visto exatamente como é: um bom entretenimento e não um tratado pacifista ou anti-militarista.

Afinal, há dados da realidade dos quais não se pode fugir: os inimigos já estão armados e continuarão se armando, gostemos disso ou não. E isso dá um motivo para pensar a todos aqueles que acham que, em nome da paz, as democracias ocidentais deveriam se livrar de suas armas nucleares, perdendo a sua principal arma de dissuasão contra as ditaduras que querem destruir... essas democracias.

Adaptando uma frase do filósofo Seo Madruga,

Infelizmente, o mal não é a guerra. É ter que guerrear.



Qui desiderat pacem preparet bellum
[Aquele que desejar a paz que se prepare para a guerra]
Publius Flavius Vegetius Renatus

Si vis pacem para bellum
[Queres a paz? Prepara-te para a guerra]
Cícero


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Aula 01: "O que é religião?" (áudio)

O curso


Os arquivos de áudio abaixo fazem parte do módulo I "As grandes religiões" do curso de Religiões Comparadas, ministrado pelo professor Luiz Gonzada de Carvalho Neto. Mais informações sobre o curso aqui.

Nesta primeira aula, o professor trata do que é religião e dos conceitos básicos que fundamentam o fenômeno religioso.


AULA 01: O que é religião?

Parte 1 de 3





Parte 2 de 3






Parte 3 de 3






Nota: Este material estava disponível no próprio site do professor Luiz Gonzaga para consulta livre e gratuita, antes de o site e parte do material ter sido perdido. Se alguém souber que o professor mudou de idéia com relação à divulgação gratuita desse material, por favor, me avise, para que eu possa retirá-lo do ar.

Curso de Religiões Comparadas (áudio) - prof. Luiz Gonzaga

Curso de Religiões Comparadas


Uma das contradições da vida moderna é que todos têm opiniões firmes e decididas sobre as religiões e a religiosidade, mas ninguém conhece nada sobre nenhuma delas. A opinião das pessoas é baseada inteiramente em informações superficiais e supérfluas. Mesmo nos meios escolares e acadêmicos -- principalmente nos meios escolares e acadêmicos ---, as opiniões sobre as religiões são inteiramente baseadas em achismo, em estereótipos inventados anteontem, em desconhecimentos profundos sobre o fenômeno religioso e sobre a história real das religiões.

Para diminuir um pouco esse quadro, recomendo enfaticamente a audição do módulo I do curso de Religiões Comparadas, ministrado pelo professor Luiz Gonzaga de Carvalho Neto. Afirmo enfaticamente que este é um dos melhores cursos que já fiz na vida.

Módulo I: As grandes religiões


O primeiro módulo do curso possui 20 aulas e faz uma introdução ao conceito de religião e às grandes religiões do mundo, tratando do hinduísmo, budismo, taoísmo, confucionismo, judaísmo, cristianismo, islamismo, além das tradições indígenas.

Vou divulgar aqui no site os áudios desse primeiro módulo (aos poucos). Faço a divulgação pois este material estava disponível no próprio site do professor Luiz Gonzaga para consulta livre e gratuita, antes de o site e parte do material ter sido perdido. Se alguém souber que o professor mudou de idéia com relação à divulgação gratuita desse material, por favor, me avise, para que eu possa retirá-lo do ar.

Índice dos arquivos



Aula 01: O que é religião?
Aula 02: As religiões arianas/indianas.
Aula 03: O hinduísmo.
Aula 04: aguarde.
Aula 05: aguarde.
Aula 06: aguarde.
Aula 07: aguarde.
Aula 08: aguarde.
Aula 09: aguarde.
Aula 10: aguarde.
Aula 11: aguarde.
Aula 12: aguarde.
Aula 13: aguarde.
Aula 14: aguarde.
Aula 15: aguarde.
Aula 16: aguarde.
Aula 17: aguarde.
Aula 18: aguarde.
Aula 19: aguarde.
Aula 20: aguarde.





sábado, 1 de julho de 2017

Educação não é um direito

Ao contrário do que apregoam pedagogos, políticos e a propaganda governamental, educação não é um direito. É um privilégio.

Explico. Bilhões de pessoas já viveram na face da Terra sem ter acesso à educação, não porque algum ser ou grupo malvado roubava delas algo que lhes era uma posse pré-existente, mas porque não havia ninguém que tivesse os recursos e a capacidade de oferecer a educação a todas elas.

A oportunidade de estudar não é resultado de boa vontade, mas de esforço e trabalho — dos que ensinam e dos que pagam por ela. Os pais trabalham duro para dar aos filhos o privilégio de estudar. O cidadão comum trabalha o ano inteiro para pagar os impostos que financiam as escolas e as universidades, que muitos estudantes vêem como obra da natureza (como o nascer e o pôr-do-sol).

Um estudante de uma universidade pública nunca deveria pensar que está desfrutando de um direito natural, de uma prerrogativa concedida a ele unicamente por ser “um estudante”. Não é porque alguns intelectuais escreveram livros declarando que as pessoas deveriam ser obrigadas a pagar imposto para financiar os meus estudos que isso se torna verdade. O trabalhador comum, pagador de impostos, não tem nenhuma obrigação moral de pagar pela minha vaga na universidade.

A educação a que temos acesso nunca foi nem nunca será um “direito”, como os estudantes entendem “direito” hoje. É uma conquista. Uma concessão da sociedade, dos pagadores de impostos, para que eu possa desfrutar do que grande parte da população não pode, pois tem outras coisas mais imediatas com as quais se preocupar.

Passar no Vestibular é, inegavelmente, um mérito, que se transforma em um tipo de direito sobre a vaga existente. Mas a existência da vaga em si não é um direito, nem sequer conquista pessoal. A vaga não existe porque eu passei no Vestibular nem porque tenho o direito à existência dela, mas porque alguém se deu ao trabalho de criá-la e de pagar por ela. Um graduando, mestrando ou doutorando de uma universidade pública devia ter plena consciência de que a sociedade não deve nada a ele. Ele é que tem uma dívida para com ela.

As chamadas vagas nas universidades públicas, portanto, não devem ser vistas como “vagas”, como se estivéssemos falando meramente do acesso físico às instituições, mas como bolsas — bolsas de estudo, literalmente — concedidas pela sociedade e pelo governo para pagar pelo curso que o estudante fará.

Seria muito interessante e desejável que o estudante, ao ingressar na universidade, fosse explicitamente informado de quanto ele custa para a sociedade; e que a relação entre o universitário e o governo fosse explicitada em termos contratuais. O raciocínio seria o de que as universidade públicas, na verdade, cobram sim mensalidades de seus alunos, mas que essas mensalidades são pagas diretamente pelo governo, através de bolsas integrais, às quais os universitários concorrem e pelas quais devem prestar contra-partidas.

Em um sistema assim, fica claro que o Vestibular não é simplesmente uma prova de “acesso” à universidade, mas um sistema de classificação para a distribuição de bolsas governamentais para as universidades estaduais e federais. O efeito disso? Seria, ao menos, uma primeira tentativa de mudar uma mentalidade que desperdiça tanto dinheiro público, por achar que as universidade são sustentadas por mera ideologia ou pela mera boa vontade de um político paternalista corrupto.


Quem pagou pelo seu diploma?


P.S.: Há que se considerar também o fato de que o próprio universitário (ou sua família) também paga impostos que não usados para custear, entre outras coisas, as universidades, portanto as bolsas do governo não são inteiramente concessões. Isso faz com que a idéia de contrato sirva não apenas para a família saber quanto o estudante custa para o conceito vago de sociedade, mas quanto custa dos seus próprios impostos.


[Publicado originalmente em 01 de junho de 2010. Ressuscitado em 01 de julho de 2017]

quinta-feira, 29 de junho de 2017

"Conservatism in Education" - palestra de Samuel Eliot

Conservadorismo na educação

Samuel Eliot (1821–1898) foi historiador e educador. Graduado pela Universidade de Harvard em 1839, ele foi presidente do Trinity College (uma das instituições universitárias mais tradicionais dos Estados Unidos) de 1860 a 1864.

Foto de Samuel Eliot (1821–1898)
A palestra transcrita abaixo foi apresentada em 20 de agosto de 1862 no American Institute of Instruction, em Hartford, Connecticut. Eliot apresenta algumas ideias básicas do que deve ser uma postura de prudência (isto é, conservadora) com relação à educação.

Ele aponta a diferença entre o que seria a busca saudável pela melhoria (improvement), em que se corrigem os problemas, preservando as qualidades do que se quer reformar, e a mera procura por inovações, em que se destroem os objetos e instituições apenas para promover a mudança pela mudança.

Ao invés de princípios educacionais que mudam diariamente, ao sabor das modices do momento, Eliot defende que há alguns (poucos) princípios fixos e imutáveis no processo de educação, que são baseados na própria natureza humana, e que devem ser respeitados ao longo de todas as tentativas de melhoria educacional.

Segue abaixo o texto original em inglês. Em breve, espero disponibilizar a tradução ao português.

CONSERVATISM IN EDUCATION

Samuel Elliot

It gives me great pleasure to meet the American Institute in Hartford. Although the particular institution with which I am connected, is closed for the summer holidays, and its members are scattered, so that they cannot unite with me in these words of greeting, I feel that I am speaking for them as well as myself in bidding you welcome. To the city in general, and to acquaintance with its citizens, you have already received a welcome from more fitting lips than mine. In a gathering like this, the whole community may well take pleasure; we look on with satisfaction, as the members of the Institute come among us to renew their intercourse with one another, to express their sympathies, to utter their counsels, and to bear their united testimonies to the magnitude of the cause to which they have pledged themselves. Nor, I may add, have they chosen an inappropriate spot for their assemblage. They find themselves surrounded by past associations as well as by present activities in the work of education.
Within seven years after the settlement of this town, and it may not have been for the first time that such an appropriation was made, thirty pounds, a very large sum for that period, were appropriated to the schools, and from that day to this, there runs the same silver thread through the Town Records, binding generation to generation in the same interests and the same sacrifices. What the schools of the present time are, and what the men who are engaged in them or in the other educational labors of the neighborhood, I may safely leave to you to discover during your sojourn, if you have not already discovered them. But I should be doing injustice to the city, as well as to my own feelings, if I did not advert, pointedly and gratefully, to the influence which the labors of one life, and that happily still in its prime, have shed not only here but elsewhere, making itself visible in generous exertions of various kinds, and now more especially identified with a Journal, worthily called the American, it might be styled the Universal, the most comprehensive of all periodicals devoted to Education. 
In this presence, and the presence of so many active and successful leaders of education, it becomes me to be brief. It is but a small portion of your time that I shall occupy with some unpretending observations upon Conservatism in Education.
In education, as in almost every other respect, the characteristic of the Age is what is termed Improvement. Sensitive to the defects of systems, methods, and instruments, we undertake to reform them; we make one improvement here, another there; we build improved school-houses, equip them with improved furniture and apparatus, provide them with improved text-books, and conduct them upon improved theories. lago says he is “nothing, if not critical.” The educator of to-day often acts upon much the same principle, criticises, alters or tries to alter, amends or tries to amend, as if everything with him were an open question, or rather as if it were decided that everything was susceptible of change, and of change for the better. Like the painter in one of the English parishes, who brought in his bill for “mending the Commandments, altering the Creed, and making a new Lord’s Prayer,” our educational reformers hold nothing to be beyond the reach of their adventurous spirit. Such a spirit easily runs to extremes; in fact it is an extreme itself. Improvement of this sort is but another name for Innovation, a process in which alteration is an essential part, but amendment not an essential one; by which things may be very much changed, indeed quite revolutionized, without being reformed.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Reativando o blog

Mantive o blog Tudo não é relativo nos anos de meados de 2010 até 2013, quando o desativei por motivos pessoais. Como cheguei a avisar em uma publicação, eu pretendia retirar todas as postagens e recomeçar o blog do zero, com novos materiais. Acabei não fazendo, entre outros motivos, por falta de tempo.

Ele ainda ficou no ar até 2015, quando o tornei privado, visível apenas para o autor. Agora, resolvi reativá-lo. Mas não apenas com materiais novos. As publicações antigas estão, por enquanto, fora do ar, mas irei republicá-las aos poucos, à medida que fizer uma revisão delas. Nem todas voltarão ao ar; apenas aquelas que forem relevantes.

É claro que amadureci de lá para cá e minha visão sobre várias questões culturais se alterou e se desenvolveu mais. Isso, certamente, influenciará a seleção do que será resgatado.

Porém, o mais importante é que, como constava na primeira publicação, feita em 30 de maio de 2010, a finalidade do blog continua a mesma:

... discutir e defender algumas idéias meio fora de moda, consideradas antiquadas, atrasadas, retrógradas até. 
A idéia de que os direitos individuais são mais importantes do que os coletivos. 
De que o militante político não vale mais do que o cidadão comum.
De que a vítima não é culpada, e que o bandido não é a vítima.
De que o trabalhador que paga os impostos é mais importante do que o burocrata sustentado por eles.
De que a lei democraticamente votada é mais importante do que o capricho, mesmo que bem intencionado, do governante.
De que ninguém deve ter mais direitos e benefícios só porque um tom de pele diferente ou porque pertence a uma minoria.
De que o professor competente é mais importante do que o aluno bagunceiro.
De que a verdade factual é mais importante do que o discurso politicamente correto.
De que não se deve trocar a competência pela mediocridade apenas para fingir igualitarismo
Enfim, algumas idéias que os que se consideram progressistas simplesmente abominam.

 
Nós confiamos em Deus; quanto aos outros, que paguem à vista.